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Os reajustes a servidores públicos de 16 categorias aprovados na madrugada de ontem pela Câmara dos Deputados, são necessários para evitar uma "crise de funcionamento do serviço público", disse ontem o ministro do Planejamento, Dyogo Henrique de Oliveira, no Palácio do Planalto, na cerimônia de posse do ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Torquato Jardim.
Segundo ele e o ministro chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, os aumentos estavam dentro do planejado para as contas públicas, inclusive com efeito menor do que o projetado para a inflação, tanto registrada até 2015 como a projetada para os anos seguintes.
"Os servidores tiveram reajuste de 15% entre 2011 e 2015, percentual abaixo da inflação. A partir de agosto, esses servidores público terão reajuste [médio] de 5,2%. Reabrir essas negociações certamente levaria a uma crise de funcionamento do serviço público", disse Oliveira.
Segundo ele, os reajustes "estão em linha com a redução de despesas e com a regra de crescimento levando em conta a inflação". Nos acordos aprovados estão previstos, no caso do Executivo, duas frentes principais. A primeira de dois anos com reajuste, sendo 5,5% em 2016, e 5% em 2017 - ambos a partir de agosto. A segunda frente, destinada a carreiras de agências reguladoras e autarquias, abrange quatro anos de reajustes.
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