Em nota, os advogados do ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, preso preventivamente, dizem que a prisão é ilegal e o ministério, na gestão de Bernardo, firmou apenas acordo de cooperação técnica, pois a Consist, empresa que administrava o software que permite fazer crédito consignado, foi contratada pelo Sindicato Nacional das Entidades Abertas de Previdência Complementar (Sinapp) e pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC).
"O Ministério do Planejamento se limitou a fazer um acordo de cooperação com associações, não havendo qualquer tipo de contrato público, tampouco dispêndios por parte do órgão público federal. Ainda assim, dentro do Ministério do Planejamento, a responsabilidade pelo acordo de cooperação técnica era da Secretaria de Recursos Humanos e, por não envolver gastos, a questão sequer passou pelo aval do ministro", diz o comunicado.