Passada uma semana do novo governo, toda a equipe econômica foi trocada e começa um novo tempo. As exonerações de centenas de cargos em comissão e a extinção de Ministérios indicam o novo caminho.
O fim do Ministério da Cultura gerou uma choradeira geral, assim como a ausência de ministras. Reforma da Previdência e novos tributos, especialmente a CPMF, parecem estar longe de um consenso.
Maranhão continua presidente da Câmara, ainda. Cuba emitiu nota a organismos internacional denunciando o "golpe" no Brasil. De fato, se comparado ao que a família Fidel fez e faz em Cuba, o que aconteceu no Brasil foi um golpe, mas no bolso dos Castros.
A preocupação de Cuba é com o programa "Mais Médicos". A contribuição compulsória dos médicos cubanos no Brasil pode acabar a qualquer momento e o dinheiro remetido à ditadura cubana também, por isso denunciam o golpe.
Certamente, o atual governo vai exterminar as bondades injustificáveis com os vizinhos Equador, Bolívia, Venezuela e Cuba, que tinham seus interesses assegurados pelo antigo governo e que agora se sentem ameaçados. São países assolados pela má gestão e arruinados economicamente, mesmo caminho que o Brasil trilhava até a mudança de governo.
Uma semana se passou e ainda se contabiliza o estrago dos governos anteriores, algo estimado em cerca de R$ 130 bilhões. Temos muito pela frente, mas os primeiro sinais são positivos.
O presidente se reúne com lideres parlamentares para definir a condução do País. Ouve o parlamento ao invés de desprezá-lo e tratá-lo como mero subordinado obrigado a engolir tudo que sai do palácio. Isso não se via no governo anterior.
Ensaiam-se alguns protestos, algumas manifestações, mas nada relevante ou realmente popular. Dilma já caiu no ostracismo. Todos que perderam seu foro privilegiado estão preocupados com Moro e a nação aguarda a colaboração de Marcelo Odebrecht, que, certamente, será a enciclopédia da corrupção e colocará em seus devidos lugares as almas mais corruptas deste País.