Todas as mães são lembradas no Dia das Mães, mas no dia a dia, são esquecidas, deixadas de lado mesmo. Embora, mereçam toda atenção e sublime amor de gratidão e compaixão.
Quando há um importante debate na sociedade, na comunidade, nos partidos políticos, nas associações e sindicatos, quase nunca se lembram que, muitas mulheres mães, para irem, carecem de um espaço apropriado para seus filhos ficarem, com alguém responsável pela criança, para que, só então, essa mulher mãe possa ter tranquilidade de exercer seu direito de cidadã participativa. Lamentável, mas é nossa realidade e, por essa razão, o número de mulheres na política é baixíssimo.
Há que se ter uma grande ruptura desses paradigmas para obtenção de quaisquer mudanças benéficas para participação feminina, notadamente, de mães na política. No entanto, há uma constatação importante: no Poder Judiciário, as mulheres e mães dominam, exatamente porque estudaram mais em casa. Na iniciativa privada as mulheres e mães estão ocupando um número crescente e progressivo, mas ainda tímido se comparado aos dos pais.
Quantas mães se sacrificam para dar comida aos filhos, abdicam de suas carreiras, de seus prazeres para cuidar dos seus filhos e, por fim, quantas que trabalham e ainda fazem tudo isso? Cada uma dessas mulheres abençoadas com o dom da maternidade ou da criação, sabe o valor da vida, de ter gerado vida, de ter cuidado, criado de uma vida, por isso, lutam para que seus filhos vivam com dignidade.
Vou ser sincera com vocês, só participo ativamente da política e advogo, porque tenho mãezona e sogra (segunda mãe), que me dão toda sustentação, caso contrário, estaria impossibilitada. Imaginem só... Quatro filhos, não é brincadeira não!
Sou mãe porque tenho mãe! Obrigada mãezinha querida! Adoro esse apelido que ganhamos quando damos à luz e que nos acompanha pelo resto da vida: mãe!