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O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) informaram que o então assessor do ex-deputado federal José Janene (morto em 2010) e ex-tesoureiro informal do PP João Cláudio Genu recebeu cerca de R$ 2 milhões em propinas entre 2005 e 2013 no esquema investigado pela Lava Jato. Genu foi um dos presos na 29ª fase da Lava Jato, deflagrada ontem.
De acordo com o delegado federal Luciano Gomes de Lima, Genu e o sócio Lucas Amorim receberam, por meio de empresas, mais de R$ 7 milhões "sem qualquer justificativa ou identificação de origem". Deste total, estima-se que R$ 2 milhões eram referentes a propinas.
"Já é possível fazer paralelo entre o mensalão e a Lava Jato com nitidez mais aprofundada neste momento. No mensalão, Genu foi condenado por ter sacado R$ 1,4 milhão. Na Lava Jato, temos mais de R$ 2 milhões de pagamentos comprovados de propina", disse o delegado, em entrevista coletiva de na Superintendência da PF no Paraná. Genu e Lucas Amorim são sócios em várias empresas.
Conforme o investigador, Lucas Amorim e Genu recebiam os valores em espécie, ora das mãos do doleiro Alberto Youssef, ora das mãos de empregados de Carlos Chater, dono do posto de combustível da Torre em Brasília.
Genu foi, junto com Janene, denunciado na Ação Penal 470, o mensalão, acusado de sacar mais de R$ 1 milhão em espécie das contas da empresa SMP&B Comunicação, controlada por Marcos Valério Fernandes de Souza, para repassar a parlamentares federais do PP.
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