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Cerca de mil combatentes do grupo Estado Islâmico morreram durante bombardeios da Força Aérea Real britânica nos últimos 18 meses no Iraque e na Síria, informou ontem o Ministério da Defesa.
Os ataques atingiram 974 supostos jihadistas no Iraque desde que começou a intervenção militar, em setembro de 2014 ,e na Síria, desde 22 de dezembro, no momento em que o Reino Unido integrou os ataques aéreos da coligação internacional nesse país.
O Ministério da Defesa britânico assegurou que não houve baixas civis nas operações, que deixaram 98 feridos, todos do Estado Islâmico. De acordo com a mesma fonte, a contagem baseia-se em "análise posterior aos bombardeios", pois os aliados não têm acesso às zonas de combate para contabilizar os mortos.
Nos últimos meses, a Força Aérea intensificou o combate ao terrorismo nos dois países e atacou infraestruturas da organização, consideradas chave, como os campos petrolíferos, fábricas de armamento e posições de franco atiradores. (A.B.)
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