O déficit habitacional é um dos grandes problemas atuais, e inclusive a moradia é o tema da Campanha da Fraternidade, lançada nesta semana nas Câmaras Municipais de Arujá e Mogi das Cruzes, com a presença do bispo diocesano Dom Pedro Luiz Stringhini. A iniciativa anual da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) sempre traz um importante tema para reflexão e busca de soluções, e neste ano, o convite é para pensar na falta de moradias e a necessidade de políticas públicas que atenuem o problema. 

Uma política pública que tem alcançado um importante resultado é a regularização fundiária, levando segurança jurídica e principalmente infraestrutura, sem os tradicionais “gatos” de energia elétrica e água, para áreas ocupadas por anos nas diferentes cidades da região. São milhares de pessoas que estão recebendo o título de sua propriedade, e tendo acesso aos serviços públicos de forma digna, um avanço habitacional e social extremamente importante. Em Mogi, por exemplo, os trabalhos são conduzidos pela Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária, um órgão que não existia e que hoje cumpre um papel fundamental. 

Destacamos na edição digital de hoje ainda uma entrega importante que deve ser realizada em Itaquaquecetuba com a construção de 342 unidades habitacionais, já 80% concluídas. A previsão é que os imóveis, frutos de uma parceria com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), sejam entregues em junho , contemplando famílias de áreas de risco: Jardim Miray, Maria Augusta, Vila Sônia e Vila Japão.  

Precisamos avançar cada vez mais nas políticas públicas, investindo em programas habitacionais que atendam principalmente aos mais vulneráveis.