A programação da Jornada do Patrimônio em Mogi termina nesta quinta-feira. O evento, realizado pela Secretaria de Estado da Cultura, tem por objetivo valorizar bens históricos preservados em municípios paulistas e aconteceu pela primeira vez no Estado, com a participação de 15 cidades. Na região, apenas Mogi foi incluída. A programação começou no dia 19 de agosto, e contou com visitas monitoradas a prédios históricos da cidade, e uma palestra na Igreja Ordem Terceira do Carmo.
Nesta quarta e quinta-feira acontece mais uma edição do bate-papo sobre a evolução da história do município, que foi realizado também na semana passada. São dois horários - às 10 e 14 horas, no prédio do Centro de Cultura e Memória Expedicionários Mogianos (Museu dos Expedicionários), localizado na rua Coronel Souza Franco, 735, centro. A participação é gratuita. Mais informações e inscrições pelo telefone 4798-6900. 
Quem comanda o bate-papo é a arquiteta e presidente do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural, Artístico e Paisagístico de Mogi das Cruzes (Comphap), Ana Sandim, que também leciona Arquitetura na Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). 
A Jornada do Patrimônio se propõe a refletir sobre as mudanças de uso e significado do patrimônio e o que elas projetam para o futuro. Um dos principais objetivos é mudar o entendimento e a relação que as pessoas têm com o patrimônio histórico, de modo que ele passe a ser visto como um fator gerador de renda e desenvolvimento para as cidades.
Em Mogi, a programação incluiu visitas ao Casarão do Chá, à Pinacoteca de Mogi das Cruzes e ao Museu Histórico Professora Guiomar Pinheiro Franco. No Casarão do Chá acontece a quarta edição da exposição "A Arte na Arquitetura", que chega ao fim neste domingo. A visitação é gratuita, apenas no domingo, das 10 às 17 horas. Mais informações no site www.casaraodocha.org.br ou pelo telefone 4792-2164. 
A Jornada do Patrimônio já teve algumas edições realizadas exclusivamente na capital paulista e neste ano pela primeira vez foi levada a outros municípios do Estado. As cidades participantes foram escolhidas com base no acervo que possuem em termos de patrimônio.
A participação de Mogi simboliza o reconhecimento do governo do Estado perante o patrimônio existente na cidade.