A Prefeitura de Itaquaquecetuba, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, em parceria com a ONG Dia da Terra Brasil, lançou na última quarta-feira (22), uma nova etapa do programa Jardins Comestíveis no Parque Ecológico Mario do Canto. Em celebração ao Dia da Terra e com apoio da EDP, a iniciativa dá continuidade ao projeto no território, conectando meio ambiente, cultura e desenvolvimento social.

No evento, estudantes da EMEB Vereador Augusto dos Santos fizeram o plantio de mudas e aprenderam na prática sobre solo e cultivo. Os Jardins Comestíveis sediaram ainda uma vivência de agrofloresta urbana com visitantes de uma empresa privada, unindo impacto socioambiental, educação ecológica e desenvolvimento humano. A ação foi finalizada com uma mesa sensorial de ecogastronomia, com degustação de alimentos saudáveis, muitos deles cultivados no próprio local.

“O Dia da Terra é um marco simbólico, mas para nós ele representa um compromisso cotidiano. O novo ciclo em Itaquá reforça nossa aposta em soluções concretas, que integram território, alimento, cultura e regeneração”, destacou o fundador da ONG Dia da Terra Brasil, Mozart Mesquita.

"Iniciativas assim mostram como a união entre poder público, sociedade civil e iniciativa privada pode transformar a cidade com mais áreas verdes e ações educativas”, completou a secretária do Meio Ambiente, Yasmim Zampieri.

Com uma agrofloresta de 2 mil m2 já implementada no parque, o projeto entra agora em uma fase de consolidação e qualificação do espaço. Nos próximos meses, a iniciativa também prevê sua continuidade por meio do Programa de Ação Cultural (PROAC), mecanismo de incentivo à cultura do Estado de São Paulo, ampliando seu potencial de impacto e alcance.

As ações incluem o manejo da área existente, com apoio de iniciativas de voluntariado corporativo, e a preparação do terreno para a futura implantação de uma nova obra do artista francês Jean Paul Ganem, prevista para inaugurar em setembro. Como parte desse processo, também estão previstos novos ciclos formativos voltados à jardinagem e à ecogastronomia, fortalecendo o caráter educativo e comunitário do projeto.

“A EDP tem o propósito de apoiar iniciativas que gerem impacto real e positivo nas regiões onde atua e acredita no poder das parcerias para transformar realidades, como demonstra esse projeto, que integra sustentabilidade, educação e inclusão. Para nós, é muito gratificante dar continuidade a esse trabalho construído a muitas mãos”, afirmou a gestora do Instituto EDP Marcela Almeida.

A nova etapa também marca um momento de reposicionamento da ONG Dia da Terra Brasil, após a conclusão de seu planejamento estratégico baseado na Teoria da Mudança. A organização passa a ampliar sua atuação com foco na diversificação de suas frentes de trabalho, integrando experiências regenerativas, cenografia viva e instalações ambientais, além de catering e ações gastronômicas conectadas à agroecologia.

"O programa traduz a visão de gestão que queremos para Itaquá: integrar meio ambiente e desenvolvimento social com o apoio de parceiros sérios. É assim que a cidade avança”, afirmou o secretário de Governo, Hugo Santos.

Todas essas iniciativas seguem articuladas ao programa Jardins Comestíveis e conectadas aos territórios de atuação da ONG, especialmente Itaquaquecetuba, que se consolida como referência para replicação do modelo. Com base nessa experiência, a ONG passa a desenvolver e oferecer microssoluções baseadas na natureza voltadas a empresas, poder público e instituições de ensino.

"Queremos uma Itaquá cada vez mais verde. O Jardins Comestíveis é um convite para a população ocupar os espaços públicos e aprender a cuidar da cidade com a gente”, finalizou o prefeito Eduardo Boigues.

O programa Jardins Comestíveis é uma iniciativa da ONG Dia da Terra Brasil que promove a criação de espaços produtivos em áreas urbanas, integrando agroecologia, educação ambiental, cultura alimentar e regeneração de territórios. Em Itaquá, desenvolve um modelo de agrofloresta urbana em espaço público, combinando produção de alimentos, formação e engajamento comunitário.

Sobre a ONG Dia da Terra Brasil
A ONG Dia da Terra Brasil atua no desenvolvimento de soluções regenerativas que conectam meio ambiente, cultura e sociedade. A partir de projetos territoriais, experiências e articulações institucionais, a organização promove novas formas de relação entre pessoas, cidades e natureza.

Sobre a EDP América do Sul
O grupo EDP está presente em quatro regiões: América do Norte, Ásia-Pacífico, Europa e América do Sul. Em 2026, celebra 50 anos de história no mundo e 30 anos de presença no Brasil. Na América do Sul, atua nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia, bem como no desenvolvimento, construção e manutenção de ativos eólicos e solares, com ativos no valor de R$ 41 bilhões, o que a torna a segunda maior operação do grupo. A empresa tem mais de 12.000 funcionários diretos e terceirizados. 

No Brasil, a EDP também oferece soluções energéticas voltadas para o mercado B2B, como geração solar distribuída e venda de energia no mercado livre. Seu negócio de distribuição atende a cerca de 3,8 milhões de clientes no estado de São Paulo e no estado do Espírito Santo. Referência em ESG, a EDP é reconhecida como uma das empresas de energia elétrica mais sustentáveis do mundo pelo índice Dow Jones, além de ter sido incluída no Índice de Igualdade de Gênero da Bloomberg. Nas quatro regiões, é reconhecida também por meio da certificação Top Employer 2026, como uma das melhores empresas para se trabalhar.