Os trabalhos de recuperação de um trecho da rua Galeão, no Jardim Piatã I, foram finalizados nesta quarta-feira (26/02). A via começou a receber restrições de tráfego na última quinta-feira (20/02), em função de problemas com erosão e permaneceu interditada desde o último final de semana, para a execução dos serviços necessários. Com a finalização dos trabalhos, o tráfego de veículos leves na via está normalizado, porém caminhões, ônibus e veículos pesados continuam com a circulação proibida no local.
A recuperação foi feita pelas equipes da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e Zeladoria, em parceria com a Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito, que cuidou da ordenação viária. Os trabalhos compreenderam melhorias no subleito da via, com troca de solo, base de material granular e compactação, além de reparo na pavimentação asfáltica. Nesta quarta foi executada a última etapa, que é a recomposição do asfalto.
Após vistoria da Defesa Civil, a orientação foi manter a proibição do tráfego de caminhões, ônibus e veículos pesados, uma vez que ainda há erosão em outro ponto, em uma das laterais da pista. Desta forma, a Secretaria de Mobilidade e Trânsito afixou placas alertando sobre a restrição. A alternativa de desvio aos veículos pesados é utilizar as rua das Monções, Belmonte, Juazeiro e Guaratinga.
O problema na via foi agravado pelas fortes chuvas. Parte da rua cedeu, o que trouxe insegurança para a circulação de pedestres, veículos, vans escolares e do sistema municipal de transporte coletivo municipal e intermunicipal. Vale lembrar que a rua Galeão é uma via importante, que integra o corredor de ligação entre Jardim Piatã I e II. A Prefeitura então procedeu com vistorias, para averiguação da situação e identificação das providências necessárias.
O secretário municipal de Serviços Urbanos e Zeladoria, Joaz Batista, lembra que esta primeira frente se refere à recuperação do trecho onde os veículos transitam. Há, contudo, outro ponto de erosão, cuja recuperação vai exigir mais estudos técnicos, em função da complexidade.
“O problema na via já é antigo e priorizamos neste momento a recuperação de uma parte trafegável, para garantir com rapidez a segurança de veículos leves que utilizam a via. A recuperação completa, contudo, será algo mais complexo, que vai requerer mão de obra especializada”, destacou.