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Estudantes e professores já podem realizar o cadastro e recadastro do passe escolar em Mogi das Cruzes. O anúncio foi feito pela empresa que gerencia os passes no município, a Mogi Passes, que está com uma nova forma de cadastros, disponível apenas nas plataformas on-line.
De acordo com a empresa, as novas formas de cadastro têm como objetivo atender melhor e proporcionar comodidade, praticidade e facilidade aos usuários do transporte público de Mogi das Cruzes. Tudo sem filas e com total tranquilidade.
Os cadastros e cadastros já estão disponíveis desde 1° de janeiro de 2020, por meio do site www.mogipasses.com.br ou pelo aplicativo MPASSES da empresa, que está disponível para Android e IOS. Os moradores já podem começar os cadastros, mas, por enquanto, não há um prazo para o encerramento dos pedidos.
Para se cadastrar, é o mesmo processo das outras edições: os usuários do cartão escolar deverão anexar no site e/ou aplicativo os mesmos documentos solicitados para o processo realizado nos pontos, como cópias de comprovante de residência e de documentos de identidade.
Após isso, todas as escolas do município, que já estão devidamente cadastradas, farão a validação da presença dos usuários via site mensalmente. Somente depois da validação das escolas, a Mogi Passes terá acesso à documentação para verificação e aprovação do cadastro.
Caso o usuário queria saber se o cadastro foi aprovado ou reprovado, o estudante ou o professor poderá acompanhar a situação pelo site ou pelo App até a finalização.
Problemas
No começo de maio do ano passado, os professores de Mogi das Cruzes foram surpreendidos por um bloqueio do passe escolar. Diversos docentes de escolas estaduais, municipais e particulares ficaram impossibilitados de trabalhar por falta do benefício no transporte público.
A empresa Mogi Passes havia esclarecido, na época, que desde o início de abril estava sendo feito o recadastramento de todos os usuários e que o serviço era uma cortesia oferecida pela empresa aos profissionais da Educação, não estando prevista em contrato.
A Prefeitura de Mogi das Cruzes, contudo, havia declarado que não concordava com a suspensão do passe aos professores sem comunicação prévia, considerando a iniciativa do bloqueio como "uma falha da empresa".
Após toda a repercussão negativa do episódio, a empresa recuou da decisão que prejudicava os professores e voltou a oferecer o serviço aos docentes no final do mesmo mês.
*Texto supervisionado pelo editor.
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