Mogi das Cruzes, Guararema e Santa Isabel estão na contramão no Alto Tietê quando o assunto é geração de emprego. Enquanto as outras sete cidades registraram saldo negativo de postos de trabalho para o mês de julho, os municípios conseguiram admitir mais do que demitir. O levantamento é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Na ponta da lista aparece Mogi, que no mês passado admitiu 2.998 pessoas, enquanto 2.847 postos de trabalho foram fechados, o que equivale a um saldo positivo de 151 empregos. Guararema aparece em segundo lugar com o saldo de 35 vagas. Em julho, a cidade gerou 278 oportunidades de trabalho e fechou outras 243. No período, Santa Isabel criou 227 postos e demitiu 197 pessoas, o que representa um saldo positivo de 30 vagas.
Levando em consideração todas as dez cidades da região, o mês passado fechou com saldo negativo, já que considerando as admissões e demissões, o resultado foi de 122 postos de emprego perdidos. A baixa foi puxada por Poá que em julho criou 939 empregos, mas demitiu 792 pessoas, o que equivale a um saldo negativo de 147 vagas. Em seguida, aparece Arujá, que no último mês fechou 65 vagas, levando em conta que 579 pessoas foram contratadas e outras 644 desligadas.
De janeiro a julho deste ano, o Alto Tietê contabilizou um número de 62.633 contratações e 59.044 demissões gerando um saldo positivo de 3.589 postos de trabalho.
Nos sete meses deste ano, Mogi liderou a geração de empregos da região. Foram 22.629 postos criados enquanto 20.770 pessoas demitidas, o que representa um saldo positivo de 1.859 vagas de trabalho. Em seguida, aparece Suzano, que admitiu 11.459 e desligou outras 10.437, ou seja, um saldo positivo de 1.022 empregos.
Dos dez municípios, no período de janeiro a julho, três registraram saldo negativo no índice de geração de empregos. Santa Isabel fechou 199 postos de trabalho, seguido por Poá que perdeu outras 150 e Salesópolis que demitiu 16 pessoas.