A Campanha do Agasalho 2018 de Mogi das Cruzes, que começou no dia 20 de março, foi encerrada oficialmente na tarde de ontem, durante reunião entre autoridades e moradores, na sede da entidade parceira - Associação dos Produtores Rurais de Jundiapeba e Região (Aprojur), na Chácara Santo Ângelo. De acordo com a presidente do Fundo Social de Solidariedade, a primeira-dama Karin Melo, foram 140 entidades atendidas, ou seja, 7,5 mil famílias beneficiadas com mais de 75 mil peças de agasalho e cobertor.
"Mesmo com o fim da campanha, ainda há agasalhos e cobertores sendo doados nos pontos de arrecadação, logo, nossa expectativa é de que o número de doações chegue quase ao dobro do atual", declarou. Só hoje, foram distribuídas cerca de 7,5 mil peças para 400 famílias.
No ano passado, a Campanha do Agasalho contemplou cerca de 12 mil famílias mogianas, quase 5 mil a menos do que o registrado este ano. "Acredito que pelo inverno deste ano não ter sido tão intenso, muitas pessoas não aderiram à campanha. Ainda assim, estamos satisfeitos e agradecidos com o que já recebemos e continuaremos a receber", explicou Karin. Além disso, a primeira-dama afirmou que houve uma queda no número de participação de empresas parceiras, o que, segundo ela, não chega a afetar as entidades favorecidas.
Agora, o Fundo Social planeja as atividades para o segundo semestre, que contam com as campanhas Corrida pela Vida, Outubro Rosa e Natal de Sorrisos, além da programação em celebração ao aniversário da cidade, que acontecerá no mês que vem, com diversas ações promovidas pela prefeitura.
Além da primeira-dama, que esteve acompanhada do prefeito Marcus Melo (PSDB), participaram do evento o secretário de Desenvolvimento, Clodoaldo de Moraes; o secretário de Segurança Pública, Paulo Roberto Sales; a secretária de Assistência Social Neusa Marialva, entre outros.
Regularização
Durante a reunião, o prefeito Marcus Melo (PSDB) aproveitou para relembrar a situação dos moradores que ocupam ilegalmente parte da área pertencente à mineradora Itaquareia. De acordo com Melo, a cobrança da regularização fundiária do local é feita semanalmente em reuniões com a empresa e outras entidades, com o intuito de beneficiar as famílias com o direito a moradia. "Estivemos aqui no ano passado e, desde então, realizamos reuniões para obter uma solução definitiva sobre o caso. Meu pedido para Itaquareia é que a empresa libere um terreno para a administração municipal, assim, poderemos entrar com os recursos necessários".
*Texto sob supervisão do editor.