Com a preocupação em acompanhar as inovações que permitem novas práticas didático-pedagógicas, as Prefeituras do Alto Tietê estão se preparando para adequar as instituições às novidades da contemporaneidade. Algumas ainda não contam com projetos específicos voltados ao ensino híbrido, outras já fazem adaptações tecnológicas, ainda que de forma simplificada. 
No entanto, professores do Alto Tietê, vem se atualizando por meio de eventos que instigam o debate sobre o tema. Este é o caso dos profissionais que integram o Apoio Técnico Pedagógico da Secretaria de Educação de Arujá, que participaram do Congresso Bett Educar 2018. De acordo com a rede de ensino municipal, a participação foi uma forma de ampliar os conhecimentos técnicos ligados a questões relacionadas à implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e conhecer novas tendências de ensino. A cidade ainda estuda o desenvolvimento de um projeto piloto em alguma unidade municipal. A proposta está em fase de implantação e treinamento, e, num primeiro momento, busca-se a instalação de internet em todas as unidades escolares.
Em Biritiba Mirim, por exemplo, os alunos contam com uma biblioteca interativa, que pode ser acessada com os professores. As cidades de Suzano, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba e Guararema não possuem projetos voltados ao ensino híbrido. Ferraz informou que há professores que conhecem o modelo e a proposta, mas ainda não tiveram a oportunidade de colocá-la em prática. Já em Guararema, a utilização da tecnologia na rede municipal de ensino ocorre, segundo a Secretaria de Educação, "de forma tímida".
Mogi das Cruzes informou que a tecnologia nas escolas municipais é um apoio para o professor em sala de aula e que ainda não há o modelo híbrido de ensino. Os únicos que contam com a educação híbrida são os professores, pois são oferecidos cursos a eles, mas para os alunos não. (L.P).