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O município de Poá possuiu 88 famílias vivendo em cinco áreas públicas de forma irregular, é o que informou um levantamento feito pela Prefeitura após questionamentos da reportagem. O Executivo ainda destacou que parte destes espaços estão em processo de regularização. Outras cidades da região também foram procuradas, no entanto nenhuma delas afirmou ter espaços públicos ocupados.
Os terrenos ocupados estão localizados no bairro Vila Amélia, na rua Tanqui, com 12 famílias; na Vila São José, na avenida Águas da Prata, com cerca de 25 famílias; no Kemel, com aproximadamente 25 famílias; no bairro Jardim Pinheiro, na rua Itaboraí, com quatro famílias e no Jardim América, na rua Amparo, com 22 famílias.
Segundo informação da administração poaense, as áreas estão na etapa de regularização, com exceção a da rua Itaboraí, por ser uma região de risco. "Nesse sentido, a Prefeitura vem trabalhando para a regularização das citadas áreas observando a legislação vigente e a condição da ocupação para a regularidade".
O Executivo ainda informou que o setor de Fiscalização, em conjunto com a Secretaria de Segurança, vem tomando medidas tanto para congelamento das áreas, como também para que não tenha novas ocupações em outros terrenos. "A Secretaria de Obras também elaborou um levantamento das áreas de risco pontuando as intervenções necessárias e consequentemente de eventuais ocorrências de catástrofes. Sendo o monitoramento frequente com relação às áreas de risco", concluiu a Prefeitura.
Em Mogi das Cruzes, a administração comunicou que não há prédios públicos municipais invadidos na cidade e que a Secretaria Municipal de Segurança fiscaliza as áreas para evitar essas ocorrências. "Caso alguém testemunhe uma invasão, pode denunciar pelo telefone 4798-5048", finalizou a Prefeitura.
Já em Ferraz de Vasconcelos, a administração informou que o município não tem áreas publicas ocupadas e que a cidade faz o monitoramento continuo de áreas por parte da Guarda Civil Municipal (GCM). Em Arujá, a Prefeitura também comunicou que não possui áreas públicas ocupadas.
Em Suzano, a Prefeitura anunciou que a cidade não tem propriedades ocupadas. Já em relação aos imóveis sob responsabilidade da Caixa Econômica Federal para moradias populares, atualmente não há nenhum invadido. O último caso foi Conjunto Residencial Santa Cecília, que teve a reintegração de posse executada no mês passado. O conjunto ainda não estava 100% concluído quando foi invadido. Itaquaquecetuba informou que não há imóveis invadidos na cidade.
*Texto supervisionado pelo editor.