Hoje, o município possui 159.183 mil ligações. Deste total, 138.996 mil são residências, o que representa o maior percentual de instalações. Nesses casos, a cobrança gira entre R$ 2,50 e R$ 30. O menor valor é direcionado às residências que consomem até 50 quilowatts/hora (kW/h) por mês. Em seguida, está a faixa entre 51 e 100 kW/h por mês com R$ 5. A estimativa é que a média de consumo das residências seja em torno de 190 kW/h por mês. Sendo assim, a maior parte das casas se encaixa na categoria de 151 a 200 kW/h, que equivale a R$ 7,50. As que consomem mais de 1000 kW/h são 630 ligações e terão de pagar R$ 30.
Mogi tem 512 instalações de clientes da indústria e 11.746 do comércio. Pela regra que passou a ser adotada, quando o gasto for de até 100 kW/h por mês, é cobrado R$ 10, de 101 a 300 kW/h, R$ 15, de 301 a 500 kW/h, R$ 20, de 501 a 1000 kW/h, R$ 30 e, acima disso, 3% sobre o consumo final.
Para os consumidores rurais vale a alíquota fixa de R$ 20. Para o poder público e serviço público será cobrado 3% sobre o consumo final. A classe de consumo próprio, que contabiliza 20 instalações, pagará o valor fechado de R$ 100. Já 5.628 instalações de consumidores de baixa renda continuam isentas.