O Alto Tietê registrou o primeiro caso de macaco morto pela febre amarela.
O animal foi encontrado no dia 24 de janeiro no bairro da Pedra Branca, em Santa Isabel.
Até o momento, a região já encaminhou material de 20 macacos para análise no Instituto Adolfo Lutz.
Deste total, 17 suspeitas foram descartadas e duas continuam sendo analisadas pelo órgão.
Dos casos suspeitos em humanos, a região registrou 26 notificações, das quais 16 foram descartadas, quatro confirmadas e seis em análise.
Em novembro, a Prefeitura de Santa Isabel já havia identificado um macaco morto na cidade, mas, depois da análise, foi constatado que o animal não havia morrido em decorrência da febre amarela. Agora, o resultado do exame do primata encontrado no fim de janeiro deu positivo para a doença.
A administração municipal informou que, desde o último dia 24, montou uma força-tarefa na região.
"Estamos passando de casa em casa orientando a população e imunizando quem ainda não tinha tomado a vacina. Vale lembrar que mais de 90% da população já recebeu a dose contra a febre amarela".
Em Santa Isabel, todas as unidades de saúde contam com as doses de vacina.
Em Suzano, foram enviados para análise nove macacos e todos os resultados deram negativo para a doença.
Já em humanos foram dez notificações, das quais nove descartadas e um caso importado confirmado.
Na quarta-feira, um macaco foi encontrado morto na região do Cocuera, em Mogi das Cruzes.
O material proveniente do animal será mandado para análise.
Com o primata, a cidade chega a quatro notificações, nas quais três descartadas.
O município contabilizou seis casos suspeitos da doença em humanos, dos quais três descartados e três em análise no Instituto Adolfo Lutz.
Ferraz de Vasconcelos contabilizou dois casos suspeitos de febre amarela em macacos, sendo que um já foi descartado e o outro segue em análise.
Em humanos, a Secretaria de Saúde recebeu seis notificações, das quais quatro descartadas, uma confirmada e outra em análise. A cidade imunizou 108.012 pessoas contra a febre amarela até o momento.
Arujá, descartou o único caso de macaco morto.
No entanto, os dois casos de febre amarela em humanos, na cidade, foram confirmados.
De acordo com a administração municipal, os casos são de "um morador que faleceu em 24 de janeiro, no Hospital das Clínicas, em São Paulo, e uma mulher que contraiu a doença logo após visitar um município de Minas Gerais. Há dois casos confirmados de dengue, cujas análises para febre amarela também foram solicitados, mas não há retorno ou prazo para recebimento dos resultados".
Itaquaquecetuba não teve registros de casos suspeitos de febre amarela em macacos, mas registrou dois de humanos que estão em análise.
Guararema registrou dois casos de primatas mortos e ambos foram descartados para infecção por febre amarela.