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Os Parques Centenário, em Mogi das Cruzes, e Max Feffer, em Suzano, não sofreram nenhuma queda de visitantes após o início de surto de Febre Amarela em novembro de 2017. Além dos dois locais, nenhum parque municipal ou área de lazer destinada aos cidadãos da região do Alto Tietê teve seus portões fechados ou diminuição no número de frequentadores.
Segundo as prefeituras, é de suma importância tomar a vacina contra a doença e utilizar de forma protetiva o repelente quando for a áreas de mata. Além do mais, as Secretarias de Saúde de cada cidade realizam mutirões de vacinação para combater o problema.
O engenheiro Eduardo Boaventura, de 48 anos, morador da Vila Oliveira em Mogi das Cruzes, frequenta o Parque Centenário quase todos os finais de semana e comentou sobre a presença das pessoas no parque, que é contornada por uma área verde. "Venho com frequência e não senti o pessoal com medo. Domingo quando mais lota e nem me preocupei com o repelente, porque já estou vacinado", comentou.
O mesmo foi dito pela dona de casa, moradora do Residencial Cocuera, Solange Santos, 48. "Tomei a vacina e nem me preocupei com o repelente, creio que só a vacina basta. Em relação ao parque, não senti mudança alguma no número de frequentadores", disse.
Suzano
Já no Parque Municipal Max Feffer, ao contrário da expectativa na diminuição de frequentadores, houve um aumento devido às férias escolares. A dona de casa, moradora da Chácara Meyer, Solange Menezes, 36, conta que o parque sempre está cheio. "Frequento aqui quatro vezes por semana e notei um aumento de pessoas e, devido eu morar em uma área de risco, tomei a vacina logo no começo da campanha".
Diferente do estudante morador do Jardim São Bernardino, Michael Pereira, 17, que ainda não se protegeu. "Nem fui tomar a vacina, vou ver se tomo essa semana", explicou.
Para a gerente de uma filial no Jardim Camila de uma rede de 11 farmácias do Alto Tietê, Luciani Dalboni, houve aumento no número nas vendas de repelentes. "Teve aumento de novembro para cá, mas não como esperávamos. O surto de zika vírus em 2016 teve mais vendas", comentou.
A supervisora de outra rede de farmácias, Ariana Alves, crê que ainda não teve uma conscientização que atingisse toda a população. "Como o zika teve mais repercussão na mídia, as vendas foram maiores. Falta o conhecimento para as pessoas de que a febre amarela também é perigosa", completou.
*Texto sob supervisão do editor.
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