A tarifa dos trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) passará para R$ 4 a partir do dia 7 de janeiro. A decisão sobre o reajuste foi autorizado pelo governo do Estado, em uma ação conjuta com a Prefeitura da capital, que também reajustou o valor da passagem dos ônibus municipais em R$ 4.
Moradores do Alto Tietê, que utilizam as linhas 11-Coral e 12 Safira, e ainda utilizam os ônibus da cidade de São Paulo para chegar ao trabalho irão desembolsar a quantia de R$ 6,95. Atualmente, o valor da integração é de R$ 6,80.
Em comunicado à Imprensa, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) explicou que último aumento entrou em vigor em 9 de janeiro de 2016, quando o preço da tarifa passou de R$ 3,50 para R$ 3,80, representando um reajuste de 8,57%.
Na região do Alto Tietê, a maioria das cidades ainda não recebeu a proposta de reajuste, porém Arujá afirmou que, há algumas semanas, esse assunto vem sendo discutido pela concessionária e pela Prefeitura, pois o município segurou os valores desde 2016.
Até o momento, não há previsão de mudanças no valor do transporte coletivo na cidade, portanto o total a ser pago continua R$ 4,05.
Já na cidade de Ferraz de Vasconcelos, a Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana informou que a proposta de aumento da tarifa já foi enviado para a Prefeitura, porém os dados ainda estão em análise. Por sua vez, a Prefeitura de Poá ainda não recebeu a proposta e afirmou que não existe nenhum encaminhamento sobre o assunto no momento.
No município de Itaquaquecetuba, onde atualmente o valor da passagem é de R$ 4,10, a Prefeitura informou que recebeu o pedido da concessionária e que irá analisar a proposta em breve.
Concessinárias
A CS Brasil, uma das empresas que administra o transporte coletivo das cidades da região, disse que os reajustes anuais seguem os parâmetros definidos no contrato de concessão e a empresa não quis se manifestar sobre reajustes de tarifas públicas, deixando qualquer divulgação a esse respeito a cargo das prefeituras.
A assessoria da empresa Radial Transportes, que atua em cidades como Suzano e Poá, explicou que ainda não possui informações sobre o assunto.
* Texto supervisionado pelo editor