A Prefeitura de Mogi das Cruzes ofereceu 2.284.862 atendimentos de saúde em 2017, entre consultas de atenção básica e de especialidades, exames, pronto atendimento e Estratégia Saúde da Família. O número é superior aos 2.253.681 procedimentos registrados em 2016, o que confirma o aumento da demanda e a ampla oferta de serviços na cidade. A situação é oposta à de milhares de municípios brasileiros que enfrentam crise no setor.
"Mogi conta com unidades de saúde qualificadas e certificadas. Neste ano, conseguimos aumentar o número de atendimentos da rede básica e realizar mutirões para reduzir as filas em consultas especializadas como oftalmologia. A saúde é um bem essencial e trabalhamos para garantir cada vez mais serviços, mantendo sempre a boa qualidade", afirma o prefeito Marcus Melo (PSDB).
O número mais representativo de 2017 é o de exames de atenção básica (laboratorial e papanicolau), com 937.600 procedimentos realizados em 2017, seguido de pronto atendimento (clínica geral, pediatria e especialidades), com 610.078, e consultas de atenção básica (clínica médica, ginecologia, pediatria e odontologia), que chegaram a 345.189.
O Sistema Municipal de Saúde também ofereceu 183.013 exames especializados, entre eles ecocardiograma, holter, litotripsia e ressonância magnética, além de 161.470 consultas em 30 especialidades, como cardiologia, psiquiatria e oftalmologia, entre outras.
"As especialidades não são uma obrigação da Prefeitura, já que cabe aos municípios o atendimento básico. No entanto, a população também não tem obrigação de saber de quem é a responsabilidade. O que as pessoas procuram é o atendimento e vamos continuar investindo na prestação desse serviço", destaca o prefeito.
Por fim, em 2017 também foram realizados 47.512 atendimentos pela Estratégia Saúde da Família. Embora tenham caído um ponto percentual em relação ao ano anterior, em 2017 foram registrados 22% de faltas às consultas de atenção básica agendadas. "Os prazos de espera poderiam ser menores se todos comparecessem às consultas marcadas ou não fizessem agendamentos sem necessidade", conclui Melo.