A Prefeitura de Mogi das Cruzes recebeu cinco novas ambulâncias para renovar a frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). As viaturas entrarão em operação na primeira quinzena de janeiro. A substituição é necessária para reduzir os custos da manutenção e para dar mais conforto aos pacientes. O investimento do Ministério da Saúde com os carros foi de R$ 881.430,00.
Os veículos, avaliados em R$ 176.286,00 já são equipados com todos os aparelhos necessários para sua operação. Eles serão distribuídos nas bases do Shangai, Brás Cubas e Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Oropó. A renovação da frota é feita em média a cada cinco anos. As ambulâncias do Samu circulam cerca de 3 mil quilômetros por mês, sendo que a de Brás Cubas passa de 4,5 mil quilômetros por mês.
O prefeito Marcus Melo (PSDB) informou que o pedido de renovação da frota do Samu é antigo. "Estivemos em Brasília conversando sobre essa demanda. O Samu tem salvado vidas, tem um atendimento exemplar, é uma referência o modelo que foi construído na cidade. Tivemos nos últimos seis anos 328 mil atendimentos, nos quais, 240 mil de urgência e emergência", ressaltou.
O secretário de Saúde Marcello Cusatis informou que a cidade concorreu com municípios de todo Brasil para conquistar os veículos. "Tínhamos mais de 800 ambulâncias que precisavam de reposição no Brasil e eles só tinha 200. Foi feita gestão política e técnica para atender Mogi. A renovação é muito importante, pois dentro desse valor mensal de custeio existe o de manutenção", acrescentou.
Cusatis disse ainda que algumas ambulâncias da antiga frota serão mantidas como reserva. Os atendimentos em Mogi representam a maior parcela dos atendimentos no Alto Tietê, são 78%, seguida por Arujá com 10%, Biritiba com 5%, Guararema com 4% e Salesópolis com 3%.
Recursos
Além das ambulâncias, foram entregues três veículos para rede básica de Saúde. Os carros serão utilizados para intensificar as ações de supervisão nas unidades. Cada automóvel custou
R$ 35 mil, totalizando
R$ 105. Eles foram adquiridos com emenda parlamentar dos deputados federais Junji Abe (PSD) e Ivan Valente (Psol). (L.N).