A Câmara aprovou um projeto de lei que regulamenta o tempo máximo para atendimento dos cartórios de Mogi das Cruzes. A expectativa é que a legislação comece a vigorar no prazo de 60 dias. Segundo a proposta, em dias normais, o tempo máximo para o atendimento é de 30 minutos, já em dias de pico, esse período sobe para 45 minutos.
O autor da proposta, o vereador Marcos Furlan (DEM), afirmou que a lei foi inspirada na legislação dos bancos, que também estabelece um período máximo para atendimento. "Recebemos muitas reclamações de mogianos sobre a demora no atendimento dos cartórios. Hoje (ontem), uma pessoa me informou que esperou duas horas para ser atendida e que uma fila se formou do lado de fora do prédio", disse o representante da população.
De acordo com Furlan, o objetivo da lei é oferecer mais qualidade de vida aos mogianos. "Os cartórios terão que de adequar a nova legislação, contratar funcionários, o que vai gerar mais emprego, aumentar o número de cartórios ou fazer agendamento para realizar os atendimentos", ressaltou.
Saúde
Ainda durante a sessão de ontem, o vereador Iduigues Ferreira Martins (PT) falou sobre o uso excessivo de agrotóxicos na cidade. Ele realiza no sábado a partir das 9h30, o seminário "Agrotóxico é Risco". O evento será na sede da Associação dos Produtores Rurais de Jundiapeba e Região (Aprojur). A reunião contará com a presença do deputado federal Nilto Tatto (PT). O petista destacou que a questão do uso de agrotóxico é de saúde pública. "Se dividirmos a quantidade de agrotóxico por brasileiro, cada pessoa consome 7 litros de veneno. No Brasil usamos produtos que são proibidos em outros países", destacou. (L.N.)