A Prefeitura de Mogi das Cruzes ultrapassou a meta de tapar 9 mil buracos nos primeiros meses de governo e já fechou, de 1º de janeiro até 26 de maio deste ano, um total de 11.796 buracos. A estimativa foi divulgada nesta semana pela administração municipal, que informou ainda que os serviços são executados por três equipes, com sete funcionários cada, perfazendo, portanto, 21 pessoas.
Os trabalhos são executados em diversas partes da cidade, em atendimento às demandas da população registradas via Ouvidoria e também a partir da observância das próprias equipes na rua. A operação também acompanha as demais equipes da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos durante a realização das edições do Cuida Mogi, programa de zeladoria que já atendeu a mais de 20 bairros durante os finais de semana, com serviços como raspagem de guias, capinação de áreas municipais, poda de árvores, limpeza de bocas de lobo, pintura de guias, quadras, muretas, corrimão e escadas, consertos em alvenaria, alambrados e muretas, tapa-buracos, remoção de material descartado irregularmente, limpeza e nivelamento das vias públicas. 
A secretaria também afirmou que, atualmente, adquire o material asfáltico da empresa Pavimentadora e Construtora Santa Isabel Ltda., que foi contratada em pregão, na modalidade de menor preço, em dezembro de 2016.
Com o asfalto comprado dessa empresa, a pasta realiza todos os trabalhos que são necessários na cidade e ainda desenvolve constantes estudos em busca da eficácia e otimização do serviço prestado. 
Vale lembrar que, na gestão do então prefeito Marco Bertaiolli (PSD), existia a ideia de ser adquirida uma usina de asfalto própria. O investimento estava orçado em R$ 1,5 milhão e a estrutura seria instalada em um terreno da estrada da Volta Fria. 
Pelo projeto, a usina teria a capacidade de produzir 40 toneladas de massa asfáltica por hora; o suficiente para atender a toda a demanda do município, disse a Prefeitura na época.
Agora, conforme destacou a assessoria de Imprensa da Prefeitura, a usina é uma das alternativas estudadas pelo prefeito Marcus Melo (PSDB), porém, é um projeto de alto custo, para o qual ainda não há, no momento, disponibilidade de recursos.