De janeiro até o momento, pelo menos 102 moradores do Alto Tietê contraíram o vírus H1N1. Deste total, 21 vieram a óbito em função da gripe A.
Ao logo desse período, 496 notificações de suspeita da doença foram registradas. Alguns casos ainda encontram-se em análise no Instituto Adolf Lutz, na capital paulista. Os dados são das Secretarias Municipais de Saúde da região.
Em Mogi das Cruzes, foi contabilizado, até o momento, o maior número de notificações de suspeitas, sendo 177 ao todo. Destes, 45 casos foram confirmados, 125 deram negativo e seis ainda não tiveram o resultado revelado. No município 13 mortes foram registradas.
Suzano aparece na sequencia com 78 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), dos quais nove deram positivo para H1N1. Até o mês de junho uma morte havia sido confirmada.
De acordo com a Secretaria de Saúde todas as 22 unidades de saúde do município ainda possuem vacinas disponíveis para os grupos de risco contemplados pela campanha de vacinação.
Em Ferraz de Vasconcelos registrou 19 confirmações, 47 casos negativos e um encontra-se em análise o que corresponde a 78 notificações.
No município de Poá o número de suspeitas chegou a 42. Destas sete foram confirmadas, 21 deram negativo e 14 estão em análise. Um óbito foi registrado.
O menor número de pacientes contaminados pelo H1N1 foi registrado em Arujá. Isso porque das 18 suspeitas contabilizadas apenas uma se confirmou. Não houve óbitos. Já em Guararema 22 pessoas suspeitaram de ter contraído o vírus, mas apenas três tiveram confirmação.
Santa Isabel, por sua vez, contabilizou cinco casos confirmados, sendo duas mortes. Outros 22 testes deram negativo.
A reportagem entrou em contato com Biritiba Mirim, Salesópolis e Itaquaquecetuba, mas não obteve resposta.
Segundo o último boletim divulgado em agosto por Itaquá, no entanto, o município informou ter recebido 65 notificações, sendo que 12 foram confirmadas. A cidade contabiliza quatro óbitos.