A Secretaria de Meio Ambiente e Saneamento de Itaquaquecetuba comemora ontem o dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio, com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância desta camada para a vida no planeta.
As discussões sobre esta preservação foi realizada em 1985 na Convenção de Viena, onde medidas foram propostas para diminuir o problema. Dois anos depois, foi criado o Protocolo de Montreal, com a participação de 46 países, visando a eliminação da produção e consumo de substâncias que destroem a camada de ozônio. Este protocolo entrou em vigor em 1989.
A camada de ozônio (na estratosfera) é um envoltório fino formado por gás ozônio (03) que envolve a Terra. Fica numa altitude entre 20 e 35 km. Funciona como uma proteção natural contra a radiação ultravioleta (UV) emitida pelo sol. 
Nos lugares onde houve a diminuição desta camada é maior a incidência de alergias e problemas nos olhos, como catarata e cegueira, além de câncer de pele. Afeta também as algas planctônicas que realizam fotossíntese na superfície dos mares, o que poderia causar a extinção de toda a vida marinha.
Em 1977, cientistas britânicos, ao perceberem um buraco na camada de ozônio na região localizada sobre a Antártida, fizeram um alerta sobre substâncias que podiam estar causando este problema e colocando em risco a vida no planeta. O gás clorofluorcarbono ou CFC, encontrado em equipamento de refrigeração e aerossóis, é um dos responsáveis pelo buraco na camada de ozônio. Quando chega à estratosfera, se desintegra, por causa da radiação e libera cloro, o qual reage com o ozônio e se transforma em oxigênio (O2). O oxigênio não protege o planeta contra os raios ultravioleta.