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O Sistema Produtor Alto Tietê (Spat) fechou julho com um índice de chuvas 85,2% abaixo do esperado. Isso porque a média histórica de pluviometria para o período é de 49,3 milímetros. No entanto, ao longo do mês choveu apenas 7,3 milímetros. Os dados são da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
Devido ao pouco volume de chuvas, o nível das represas registrou queda de 2,5 pontos percentuais em seu volume armazenado. Segundo o boletim divulgado pela autarquia no dia 1º de julho o Spat operava com 47,5% de sua capacidade. Já no dia 31 a quantidade de água caiu para 44,1%.
Apesar da queda a atual situação dos reservatórios está significativamente melhor do que no mesmo período do ano passado. Em 1º de julho de 2015, por exemplo, o volume armazenado do Spat era de apenas 20,5%. O índice ficou ainda pior no último dia do mês, quando passou para 18,3%.
Na ocasião a pluviometria ficou em 57,4 mililitros. O montante, apesar de não ter surtindo tanto efeito em relação á capacidade de operação das represas, superou a média histórica mensal, que na época era de 49,2 milímetros.
Já se compararmos a evolução do Spat ao longo dos primeiros sete meses deste ano, a elevação no nível dos reservatórios que o compõem subiu 20,3 pontos percentuais. Isso porque de acordo com o relatório da Sabesp, em 1º de janeiro deste ano o volume de água armazenada representava apenas 29%.
Ao longo do mesmo período de 2015 o crescimento foi de 6,2 pontos percentuais. No primeiro dia do ano o Spat operava com 12,1% de sua capacidade.
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