É tempo de eleições municipais. As velhas lideranças desapareceram ou estão sumindo. Vem aí Marcus Melo e Juliano Abe, candidatos a prefeito e vice, outra chapa vem com o deputado Luís Carlos Gondim, além de um candidato do PT e outro do PSOL.
O ex-prefeito Junji Abe desistiu de concorrer ao cargo de prefeito. Padre Mello está fora de Mogi e idoso. Faleceram Waldemar Costa Filho e Jacob Cardoso Lopes. Valdemar Costa Neto está inelegível. Há raridade de candidatos.
O prefeito Marco Bertaiolli já cumpriu dois mandatos e não pode mais ser candidato neste pleito. Começam a surgir novas lideranças. O cidadão Marcus Melo é o indicado para prefeito e desponta como neófito na política, mas com grandes chances de eleger no primeiro turno.
O PSOL vem com os mesmos candidatos de sempre e o PT, em virtude das dificuldades políticas e crises, dificilmente terá sucesso.
Além de Marcus Melo, que recebeu apoio da grande maioria dos partidos e da máquina governamental, tem ao seu lado novas lideranças surgindo, tais como: Marco Soares, que poderá ser deputado estadual, Marx Linhares, que ocupa cargo na Associação Comercial de Mogi das Cruzes e se apresenta como candidato a vereador. O empresário Ronaldo Alabarce, que se apaixonou pela política, mas não concorrerá a qualquer cargo. Entretanto, futuramente, poderá ser uma das novas lideranças.
Há ainda Mario Júlio de Souza, candidato a vereador e com bom potencial, sendo presidente do PDT.
Na Câmara , "de pronto", surgiram quatro vagas, já que desistiram de concorrer a reeleição de vereador, segundo informações: a vereadora Odete, o vereador Olímpio Tomiyama e Roberto Valença; enquanto que o vereador Juliano Abe, que será vice de Marcus Melo, fez abrir mais uma vaga. Tudo leva a crer que Mogi das Cruzes terá uma renovação de pelo menos metade do Poder Legislativo.
Os partidos brasileiros são muito frágeis, não ensinam política, legislação eleitoral e constitucional. Deve-se destacar que a política brasileira continuará com os seus vícios se não houver uma profunda mudança nas leis e reformas políticas profundas. O país necessita de novos rumos. Que estes neófitos na política apresentem novos caminhos. Ou se muda o país ou a nação se aproximará do abismo.