A Prefeitura de Mogi das Cruzes está com uma licitação aberta para a aquisição de um elevador para o Centro Cultural, na praça Mon Senhor Roque Pinto de Barros, no centro. A previsão é que o equipamento já esteja em funcionamento até dezembro deste ano, garantindo mais acessibilidade aos usuários do local.
De acordo com o secretário municipal de Cultura, Mateus Sartori, a estimativa é de que cerca de R$ 80 mil sejam investidos na compra do elevador. "Nós fizemos algumas pesquisas de preço, mas os valores podem oscilar conforme a realização do processo licitatório. Trata-se de um equipamento feito sob medida e que leva em torno de 100 dias para ser fabricado", disse.
Por se tratar de uma estrutura antiga, será necessário a realização de alguns serviços de adequação para que o prédio possa receber o equipamento. Os trabalhos, que serão executados pela empresa Demax, estão orçados em pouco mais de R$ 68,7 mil.
"O imóvel já contava com um fosso, mas ele não estava adequado às normas exigidas por lei, então precisamos elaborar um projeto com algumas adequações, como reforço estrutural, por exemplo,", resumiu.
Durante a realização dos serviços, não será necessário o fechamento do Centro Cultural. "Ele vai continuar aberto. É claro que em dado momento haverá transtornos em razão de barulho e retirada de materiais. Talvez seja necessário fazer a interdição de algum trecho, mas vamos fazer o possível para que haja o menor impacto possível", comentou.
Queixas
A ausência de elevadores no Centro Cultural chegou a ser alvo de queixa registrada junto ao Ministério Público (PM), conforme já noticiado pelo Mogi News. Sartori, no entanto, destaca que a preocupação em melhor atender este público sempre esteve na pauta da administração municipal. "A implantação de elevador já havia sido anunciada pelo prefeito antes mesmo da inauguração. Ocorre que uma intervenção como esta requer tempo, pois estamos mexendo com uma estrutura bastante antiga. Mas procuramos adaptar todos os espaços. A biblioteca conta com rampas de acesso, balcões mais baixos e o pavimento terreno também é acessível", relembrou.