O Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) busca alternativas para tentar solucionar, no menor tempo possível, um problema de falta de água no Botujuru devido à queima das duas bombas (principal e reserva) do reservatório que abastece o bairro e também a Vila São Paulo.
Por não haver, no mercado, equipamentos de reposição à pronta-entrega, a expectativa é de que o serviço seja normalizado amanhã, prazo estipulado por empresas especializadas na manutenção do dispositivo.
"Há dez dias, queimou a bomba principal, que foi substituída pela reserva enquanto providenciávamos os orçamentos e empenhos para o reparo do equipamento. Mas na última segunda-feira, a bomba reserva também acabou queimando. Para fazer a manutenção, o prazo mínimo é de três dias", explicou o diretor-geral da autarquia, Dirceu Lorena de Meira.
Para amenizar essa situação, o Semae manterá o serviço de abastecimento por caminhões-pipa até as 22 horas.
Uma alternativa que chegou a ser considerada foi tentar instalar uma bomba de outro local, mas por serem sistemas diferentes, a medida exigiria uma obra de adaptação que demoraria mais do que o reparo dos dispositivos.
"Também procuramos, em diversos fornecedores, bomba com as mesmas características para aquisição emergencial e pronta-entrega, mas não encontramos", destaca o diretor.
"Outra opção que estamos tentando é o empréstimo de uma bomba semelhante com empresas de saneamento de cidades vizinhas. Já entramos em contato com a Sabesp, Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) de Guarulhos e DAE (Departamento de Água e Esgoto) de Jundiaí, entre outros, mas não há equipamento semelhante e disponível", completa Dirceu.