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O orçamento de Suzano para o exercício de 2017 foi estimado em R$ 673,6 milhões, segundo a Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão Financeira. O valor, referente ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi apresentado ontem pela pasta, durante audiência pública no plenário da Câmara e poderá ser votado na próxima sessão, marcada para a quarta-feira.
Apenas um terço dos parlamentares suzanenses compareceu à audiência, que contou com a presença de diretores de planejamento da pasta responsável pela elaboração da LDO. A receita prevista para o ano que vem subiu 1,4%, comparada com a reestimativa de 2016. No ano passado, a receita prevista para este ano era de R$ 643,3 milhões, no entanto, o documento apresentado ontem pela pasta mostra que o valor foi reestimado para R$ 664,3 milhões.
O presidente da Câmara, Denis Cláudio da Silva (DEM), disse que a votação da LDO deve ocorrer antes do recesso parlamentar. "Agora não existe nenhum impedimento para que seja votada. Isso deve acontecer na próxima quarta-feira, dia 22, ou no máximo até dia 29", garantiu.
O democrata ainda comentou sobre a crise econômica do País e os reflexos na receita do município. "O País passa por um momento muito difícil, então temos que trabalhar com o 'pé no chão'. Temos a esperança de que o governo federal consiga resolver os problemas de lá, para que isso reflita aqui, porque o município é como se fosse um funil", comparou. "Toda a crise gerada, o atraso ou diminuição de repasse acaba no município e afeta, diretamente, a economia municipal. Então, temos que ter a esperança de que esse novo governo consiga se estabilizar e trazer conforto financeiro, novamente, às cidades".
O diretor de planejamento de Suzano, Marcos Antônio Vieira, também ressaltou as consequências da crise para os cofres públicos e as estratégias para definir a LDO de 2017. "Fizemos a previsão orçamentária dentro daquilo que arrecadamos. Não fizemos uma LDO e nem pretendemos fazer uma LOA (Lei Orçamentária Anual) superestimando a receita", explicou.
Vieira ainda lembrou da importância de estudos técnicos para a elaboração da LDO. "Foi feito dentro da realidade que estamos atravessando, para que o administrador tenha essa prudência de saber o que tem hoje em mãos e o que ele pode gastar. O próximo prefeito terá que ter essa sensatez, de olhar para o bolso e saber o que tem para gastar", destacou.
O diretor de Planejamento ainda destacou que a inadimplência dos contribuintes chega a 30% e gera um impacto de, aproximadamente, R$ 20 milhões aos cofres públicos.
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