Compartilhe
Em meio a atual crise vivenciada pelo País, lojistas e pequenos varejistas buscam alternativas para driblar a baixa da economia e obter boa lucratividade. Uma das apostas, que tem atraído até mesmo empresários mogianos, é o marketplace.
O termo, derivado da junção das palavras inglesas "market" (mercado) e "place" (lugar), se aplica a uma modalidade de comércio que vem ganhando bastante destaque no mercado online brasileiro ao longo dos últimos anos. Ela pode ser resumida como um ambiente de varejo online, onde diversos lojistas de diferentes segmentos ofertam seus produtos em um mesmo local. Um dos grupos mais conhecidos nacionalmente é o Mercado Livre.
Na definição do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), este modelo de negócios é conhecido por conectar diretamente cliente e fornecedor sem participação de intermediários. "Consequentemente ambos têm possibilidade de conseguir valores mais acessíveis e também uma maior margem de lucro. A monetização acontece a partir de um percentual na transação realizada", explica a autarquia.
De acordo com Alexei Pfeiffer Pimenta, gerente comercial da Cnova (grupo responsável pelas bandeiras Extra, Pontofrio e Casas Bahia), o grande diferencial do marketplace é ter vantagens para todos os envolvidos. "Esse esquema de negócio é bom para o consumidor, que encontra diversos produtos de qualidade e com bons preços em um único local. Da mesma forma é também muito benéfico para os lojistas, que aumentam suas vendas e têm sua empresa associada a uma grande marca, que é o canal com grande visitação. Além disso, ganha também o responsável pelo marketplace, que diversifica seu mix através de ofertas de lojistas parceiros, sem a necessidade de ter um estoque próprio", disse.
De acordo com Pimenta, atualmente 18 mogianos estão inscritos em sua Companhia e a expectativa é de que esse número seja ampliado significativamente em função do crescimento do marketplace no mercado brasileiro. Até mesmo proprietários de lojas físicas e que não trabalham com e-commerce podem ingressar no marketplace, desde que algumas exigências sendo atendidas. "O marketplace é bastante abrangente, mesmo as micro e pequenas empresas podem vender. Mas é claro que é necessário atender alguns requisitos, como emitir nota fiscal eletrônica, ter uma logística que possibilite a distribuição nacional, oferecer produtos de qualidade e com preços bons, entre outros", comentou.
Mais informações sobre o marketplace e como ser um parceiro podem ser obtidas no site marketplace.br.cnova.com.
Cidades
Poá abre cadastro para mapear e fortalecer empreendedores da economia criativa
Cidades
Governo de SP anuncia nova sede da Polícia Militar em Mogi das Cruzes
Cidades
Balanço na proteção animal em Mogi destaca ações de castração e adoção
Cidades
CRESCER está com inscrições abertas para mais de 2,5 mil vagas em cursos gratuitos