Entre janeiro e abril deste ano o Hospital Municipal de Mogi das Cruzes, em Brás Cubas, realizou um total de 117.282 atendimentos. O número é 34,9% maior que o registrado no mesmo período de 2015, quando 86.924 atendimentos foram efetuados.
De acordo com os dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde, o maior volume de procedimentos realizados no primeiro quadrimestre de 2016 corresponde à prestação de Serviços Auxiliares de Diagnóstico e Terapia (SADT), sendo 69.172 ao todo. Neste montante estão inclusos o atendimento do laboratório de análises clínicas (51.987), anatomia patológica (2.328), radiologia (6.007), ultrassonografia (3.434), endoscopia (754), bem como colonoscopia (353), tomografia (1.778) e exames para diagnose (2.531).
Na sequencia aparecem às ações realizadas no Pronto Atendimento Infantil (27.992) e no ambulatório (18.666). Além disso, no mesmo período foram contabilizadas 1.452 internações, sendo 513 pediátricas, 127 clínicas e 812 cirúrgicas.
Pediatria
Ainda segundo o balanço, entre um ano e outro houve um crescimento significativo nos índices do Pronto Atendimento Infantil. Isso porque o número de procedimentos realizados entre abril e janeiro de 2015, que era de 23.533 saltou para 27.992 este ano. Com isso a média diária de 196 subiu para 237, o que representa uma alta de 20,9%.
A maior parte dos atendimentos no Hospital Municipal que fica no distrito de Brás Cubas foi realizado em março (9.571). Em seguida aparecem as ocorrências de abril (7.879) e fevereiro (5.855). Já em janeiro foram 4.687.
H1N1
Um dos fatores responsáveis pela elevação foram as suspeitas de H1N1. Conforme já noticiado pelo Mogi News, para suprir a grande demanda de pacientes que procuraram o PA do hospital, em decorrência de problemas respiratórios, foi necessário a implementação de um Plano de Reforço na área da pediatria, que contou com a reestruturação do quadro de funcionários e a implantação de uma segunda triagem. Na ocasião também era preocupante o índice de internação infantil, já que os 23 leitos estavam ocupados e uma segunda ala também precisou ser utilizada para a internação das crianças.