Em mais uma vistoria feita ontem no reservatório de contenção de cheias, o piscinão, em construção na Vila Romana, em Poá, o prefeito Marcos Borges (PPS) afirmou que com o avanço da obra a população já teve uma resposta positiva, uma vez que mesmo com o forte temporal que atingiu a cidade no fim da tarde de anteontem, a água foi contida e não houve enchente.
Ainda segundo o prefeito, o objetivo continua sendo concluir a obra, porém ele frisou que os serviços contínuos para cumprir o cronograma de trabalho para que o piscinão fique pronto em dezembro já demonstraram resultados. Isso porque a fase de escavação adiantada permitiu em certo trecho do reservatório ter alcançado 10 metros de profundidade dos 14 metros total que terá. "O piscinão já suportou a água oriunda da forte chuva de ontem (segunda-feira), e deu tranquilidade aos munícipes e à cidade, que não sofreu consequências", disse.
Acompanhado dos secretários municipais Paulo Silas Dornelas (Obras) e Ezequiel Jacinto (Serviços Urbanos) e dos vereadores Diogo Reis da Costa (PRTB), o Pernoca, e Luiz Antônio Soares de Oliveira (PDT), o Tonho de Calmon, o chefe do Executivo poaense também constatou que os operários continuam em ação para finalizar a obra, que está 60% executada. A água da última chuva que ficou retida será retirada por meio de bombas.
Reservatório
Quando estiver pronto, o piscinão terá capacidade para receber 200 milhões de metros cúbicos de água em 14 metros de profundidade e 350 metros de extensão. Uma etapa extensa e importante já foi concluída, que são as chamadas paredes de contenção.
Agora, a fase de escavação deve seguir de dois a três meses. Na execução deste serviço, 35 caminhões fazem dez viagens por dia para a retirada de terra, que é destinada a um local específico para "bota fora" e que tem licenciamento da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).
As próximas fases serão a construção da casa de bombas e a concretagem.