Com a atual crise econômica enfrentada pelo Brasil a estimativa é de que o potencial de consumo do Alto Tietê fique em cerca de R$ 1,5 bilhão abaixo do registrado no ano passado. Segundo dados do IPC Maps, divulgados pela IPC Marketing Editora, a previsão é de que este ano a região empregue pouco mais de R$ 26, 2 bilhões em bens de consumo. Em 2015 a previsão era de
R$ 27,6 bilhões.
De acordo com a empresa, o consumo per capta da população urbana, que hoje conta com 1.406.367 habitantes deverá ser de
R$ 17.897,32. Já o rural, que abrange um total de 72.469 pessoas é estimado em
R$ 15.413,63.
A previsão é de que 38,7% dos R$ 26,2 bilhões sejam gastos pela classe média, o que corresponde a
R$ 10.185.861,886. Na sequencia aparecem o consumo da classe C
(R$ 8.988.510,883). Já as famílias da classe alta (A) terá um potencial de consumo de (R$ 2.968.877,913). O número é um pouco menor que o esperado para a população de baixa renda (D /E), que é de R$ 3.026.944,667.
Assim como no ano passado o maior volume de despesas será gerado pela manutenção do lar, sendo R$ 7.155.486.124. Na sequencia aparecem os gastos com 'outras despesas'
(R$ 4.637.274.077), alimentação no domicílio
(R$ 2.791.635.596), alimentação fora do domicílio (R$ 1.575.733.310) e gastos com veículo próprio
(R$ 1.201.115.533).
Municípios
Ainda segundo a pesquisa da empresa IPC Marketing Editora, seis dos 10 municípios do Alto Tietê figuram entre as 100 cidades do Estado de São Paulo com o maior potencial de consumo previsto para este ano. O melhor colocado é Mogi das Cruzes que com uma estimativa de gasto avaliada em R$ 9,187 bilhões ocupa a 15ª posição no ranking estadual.
Na sequência aparece a cidade de Suzano, que ficou com a 36ª colocação com R$ 5,227 bilhões e Itaquaquecetuba (41ª) com R$ 4,769. Já Salesópolis possui a menos estimativa de consumo
(R$ 0,284 bilhões) e ocupa a 308ª colocação em nível de Estado. (veja mais informações no quadro acima).
Atualmente, a região do Alto Tietê conta com um total de 121.043 empresas, que geram a renda necessária para que a população possa consumir. Destas 20.074 são indústrias, 54.437 são do setor de serviço, 4.930 do agrobusiness e 41.602 do comércio.