Até o momento, cinco mortes causadas por complicações decorrentes do vírus H1N1 foram contabilizadas no Alto Tietê. O número, no entanto, pode subir significativamente. Isso porque há vários óbitos suspeitos que ainda aguardam resultados dos exames por parte do Instituto Adolfo Lutz.
Conforme já noticiado pelo Grupo Mogi News, entre os casos que já foram confirmados na região, dois pertencem a Itaquaquecetuba. As vítimas foram uma mulher de 61 anos e uma menina de 12 anos. Ambas estavam internadas no Hospital Santa Marcelina.
O mesmo número de mortes foi registrado em Mogi das Cruzes. Uma das pacientes tinha 45 anos e estava internada em um hospital particular do município. Já a outra, de 54 anos, era atendida pelo Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo. Os falecimentos ocorreram no mês passado. Além disso, ainda em abril, o H1N1 vitimou uma senhora de 60 anos, que estava internada no Hospital Municipal Doutor Guido Guida, em Poá.
Exames
Desde que Mogi das Cruzes passou a realizar exames para o diagnóstico de H1N1 em casos graves, dois testes foram efetuados. Os procedimentos, que começaram a ser feitos no último dia 18 pelo Laboratório Municipal, são custeados pelo próprio município.
A medida foi adotada devido à demora das análises feitas pelo Instituto Adolfo Lutz, na capital. Até o fechamento desta edição, 20 mortes suspeitas de H1N1 ainda aguardavam as análises do laboratório paulista.
Mogi tem realizado os testes apenas para pacientes residentes no município, que sejam portadores do cartão SIS, que estejam internados em hospitais públicos ou filantrópicos e que apresentem Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) ou sinais de gravidade, que apontem a necessidade de cuidados intensivos. O grupo abrange apenas crianças e adolescentes, entre 0 a 18 anos, e adultos, que no momento da coleta estiverem necessitando de cuidados intensivos, bem como gestantes e casos com evolução fulminante.