Falar sobre política sempre fez parte da rotina de Guga Noblat. Influenciado pelos pais, os também jornalistas Ricardo Noblat e Rebeca Scatrut, ele sabia, desde a infância, que trabalharia nessa área. Só não imaginava que um dia seria repórter do "CQC", função que o tornou conhecido do grande público e lhe deu a oportunidade de fazer diversas matérias sobre o assunto.
"Achava que seria marqueteiro. Trabalhar na frente das câmeras foi um acidente de percurso. Acabou que o 'CQC' me deu esse entusiasmo para virar repórter e minha vida tomou outro rumo, mas ainda ligado à política", avalia.
Cerca de um ano após sua saída do programa, Guga encontrou um novo espaço em "A Liga", também na Band, que lhe dá a chance de ampliar seu leque de atuação com pautas sobre temas variados. "São assuntos que, muitas vezes, você não vai nunca explorar, a não ser que esteja em um programa de vanguarda e que pense diferente, como é o caso de 'A Liga'", aponta. Entre os temas abordados estão prostituição na terceira idade e pirataria.
Guga conta que tinha interesse em participar do programa. "Quando o 'CQC' resolveu reformular o perfil do programa, começou a abrir espaço para outros tipos de matérias que não eram o meu forte. Então, eu acabei saindo. Eu já tinha deixado claro que tinha interesse em 'A Liga'. Inclusive, quando fiz teste para o 'CQC', falei que, se não desse certo, tentaria 'A Liga'", revela. O jornalista tem um canal sobre política no YouTube, o "Analfabeto Político". ("A Liga'', Band. Segunda-feira, 22h45). (T.P.)