A complexidade do texto de "Justiça" levou Marina Ruy Barbosa a buscar mais recursos cênicos. "Isabela é totalmente inconsequente e imediatista. É uma personagem muito oposta. Eu precisava de uma visão de fora para criar com verdade", justifica.
A ajuda veio da psicanálise. As conversas no divã sobre por quais caminhos Isabela poderia seguir acabaram por acender em Marina a vontade de fazer terapia. Assim que a televisão deixar, a atriz pretende marcar sessões para falar dos próprios anseios e não dos de suas personagens. "Fazer análise é libertador. Me ajuda no trabalho e pode fazer diferença na minha vida pessoal também", destaca. (T.P.)