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Uma novela é feita de rumos imprevisíveis. Por conta da longa duração, a trama pode sofrer adaptações de acordo com a audiência e repercussão do público. Ainda assim, Júlio Oliveira acreditou que teria total domínio quanto ao destino de Chibale, seu personagem em "Os Dez Mandamentos''. Inicialmente, o jovem egípcio iria morrer na última praga, a morte dos primogênitos.
No entanto, a boa repercussão do papel lhe garantiu um lugar na segunda temporada da história bíblica. "A televisão vai sendo escrita conforme o gosto do público e o que for mais interessante para a trama. Acho que é a melhor forma de avaliar nosso trabalho'', valoriza ele, que participou de novelas como "Ti-Ti-Ti'' e "Sangue Bom'', da Globo, e a minissérie "Milagres de Jesus'', da Record.
Para Júlio, interpretar um mesmo personagem por um longo período reúne uma série de vantagens. Como Chibale, o ator pode vivenciar, em cena, as diversas transformações e nuances do papel durante os capítulos. Porém, isso não significa maior facilidade na hora de encarar as câmaras no estúdio.
"Ao longo do tempo, tive a oportunidade de descobrir coisas novas sobre ele a cada bloco de capítulo'', aponta Júlio, que focou no entrosamento em cena para compor a nova fase de Chibale, que enfrentará problemas na relação com o pai, Gahiji (Fernando Sampaio), no deserto.
"Foi uma preparação de retomada do trabalho. A união do elenco é muito forte'', completa o jovem ator. ("Os Dez Mandamentos", Record. De segunda a sexta-feira, às 20h30). (T.P.)
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