Cidades
Publicada em 13/08/2020 - 00h17min

Felipe Antonelli
R$ 44,8 milhões

Governo federal paga terceira parcela do auxílio às cidades

União ainda deve depositar nas contas das prefeituras do Alto Tietê mais uma parcela em 11 de setembro

O governo federal depositou ontem a terceira parcela aos Estados e municípios para o enfrentamento ao coronavírus (Covid-19) e recomposição dos orçamentos das prefeituras. Segundo o Tesouro Nacional, ainda resta mais uma parcela a ser paga em 11 de setembro.
Foram destinados cerca de R$ 44,8 milhões aos municípios do Alto Tietê como terceira parcela do total de R$ 184.864.312,11 que receberá até o próximo mês. Desde junho, a região já recebeu R$ 138.648.234,08, restando apenas cerca de
46 milhões.
Os valores pouco se alteraram do que já havia sido repassado nas primeiras duas parcelas, concedida em 9 de junho e 11 de julho. Mogi das Cruzes, que ficará com a maior parte do montante federal
(R$ 49.867.873,35), recebeu ontem R$ 12.490.131,50. Próximo aos valores que devem ser destinados aos cofres mogianos, Itaquaquecetuba recebeu cerca de
R$ 10,3 milhões do total de R$ 41.476.699,51 e Suzano, R$ 7,3 milhões, do total de R$ 33.290.995,96.
Completando o G5 do Alto Tietê - grupo das cidades mais populosas da região - Ferraz de Vasconcelos recebeu ontem R$ 5.142.584,56 (de
R$ 21.729.964,79) e Poá, que recebeu R$ 3.290.382,98 (de R$ 13.137.123,60).
O socorro a Estados e municípios foi marcado por alterações. Primeiro, a Câmara dos Deputados votou a proposta e foi criticada pelo governo federal por não determinar um valor fixo para os repasses. No Senado, foi estabelecido o valor de R$ 60 bilhões.
Durante as negociações, o governo destacou que algumas categorias de servidores poderiam ter reajustes. Com essa sinalização positiva, senadores aprovaram liberando algumas áreas para continuar podendo conceder reajustes aos funcionários. Novamente na Câmara, o projeto ficou ainda mais flexível e voltou a receber críticas da equipe econômica do governo, que indicou vetos ao presidente. Seguindo orientações, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou reajustes a funcionários públicos até o fim de 2021.
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