Brasil e mundo
Publicada em 30/06/2020 - 00h25min

Estadão Conteúdo
segundo do mundo

Mortes por Covid-19 passam de 58 mil

País segue atrás apenas dos Estados Unidos, que tem 2,6 milhões de infectados e 126 mil óbitos; Brasil se aproxima de 1,4 milhão de casos

Foto: Divulgação

São Paulo, com 14.398 mortes, é o Estado brasileiro mais afetado pela pandemia
O Brasil registrou 727 mortes e 25.234 novas infecções de coronavírus nas últimas 24 horas, segundo dados do levantamento realizado pelo Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde. Com isso, o total de óbitos ontem estava em 58.385 e o de contaminações, em 1.370.488.
O país é o segundo do mundo com maior número de casos e mortes devido ao vírus, atrás apenas dos Estados Unidos, que possuem cerca de 2,6 milhões de infecções confirmadas e 126 mil óbitos, de acordo com a Universidade Johns Hopkins.
A contagem de casos e mortes por Covid-19 no Brasil tende a desacelerar nos finais de semana e segundas, quando há um atraso nas notificações, e ganhar ritmo ao longo da semana, conforme os testes são processados.
O Estado de São Paulo, que desde o início é o epicentro da doença, contabilizou 3.408 novos casos de contaminação e 60 mortes, elevando o total para 275.145 e 14.398 respectivamente.
O Rio de Janeiro vem na sequência da lista de Estados mais afetados, com 29 mortes registradas por Covid-19 e 585 novos casos da doença no período de 24 horas. Agora são 9.848 mortes e 111.883 casos no total.
No último domingo, o mundo chegou à marca de meio milhão de mortes decorrentes do coronavírus. À medida que a pandemia avança nos Estados Unidos e Brasil, responsáveis por mais de um terço das mortes, a doença perde letalidade em países europeus e asiáticos, embora haja aumento nos casos.
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou ontem para o fato de que há uma grande parcela da humanidade ainda suscetível à Covid-19. "Isso está longe de acabar", afirmou ele, durante entrevista coletiva da entidade. "O pior ainda está por vir", disse em outro momento sobre a pandemia, ao criticar as divisões políticas e ideológicas que atrapalham o combate à doença.
"Não temos vacina agora, mas há muito que podemos fazer para conter transmissão", disse Michael Ryan, diretor executivo da OMS.
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