Esportes
Publicada em 04/06/2019 - 00h32min

Felipe Antonelli*
de olho no tri

Chile defende o título e aposta em base vitoriosa

Do elenco chamado neste ano, 11 jogadores participaram da última conquista, em 2016

Uma geração fadada ao sucesso. Um time que fez história. Uma das épocas de ouro do futebol chileno.
Esses foram alguns comentários ditos após o bicampeonato da Copa América conquistado pela seleção do Chile - em 2015, jogando em casa com apoio da sua torcida, e em 2016, na Copa América Centenário, nos Estados Unidos. Comandado pelo argentino Jorge Sampaoli, o time ficou conhecido pelo futebol rápido de toque de bola e movimentação que foi destaque nas conquistas.
Agora sob novo comando, do treinador colombiano Reinaldo Rueda, conhecido pelos brasileiros pelo trabalho realizado à frente do Flamengo, a La Roja quer continuar fazendo história e conquistar o histórico tricampeonato. Para isso, os chilenos vêm ao Brasil com 11 remanescentes da última conquista, em especial o atacante Alexis Sánchez que, apesar de uma fraca temporada no Manchester United, da Inglaterra, possui muita identificação com sua seleção e seu país. Além disso, o craque é considerado um símbolo dessa geração vencedora, que nunca conquistou nenhum outro título de tamanha importância ao longo da história.
Como teste para saber se, após esses três anos, o elenco ainda tem gás para figurar entre os gigantes da América do Sul, a seleção chilena já enfrenta um grupo difícil na primeira fase. O Chile está no Grupo C, ao lado de Japão, atual vice-campeão da Copa da Ásia, realizada ainda neste ano, Equador, que vem realizando um bom trabalho nas categorias mais jovens, e o sempre temido Uruguai, seleção com mais títulos da Copa América.
Se passar bem por esses confrontos, o Chile vai forte para a fase seguinte da competição, para dar continuidade ao caminho da glória.
* Texto supervisionado pelo editor.
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