Cidades
Publicada em 14/05/2019 - 20h44min

Nicolas Takada*
Áreas de risco

Prefeitura analisa moradias irregulares no Jardim Piatã

Objetivo do encontro de hoje é conversar com os moradores e verificar se é possível manter as habitações

Foto: Felipe Claro

Na semana passada, os moradores foram atendidos na prefeitura por Campello
A Prefeitura de Mogi das Cruzes realizará hoje, às 14 horas, uma reunião com os moradores do bairro Jardim Piatã I para identificar a situação das habitações irregulares que estão recebendo ordem despejo por parte do Ministério Público (MP), em áreas consideradas de risco e de proteção ambiental. 
A informação foi fornecida pelo vereador Rodrigo Valverde (PT), que está auxiliando os moradores nesse trâmite e tem presença confirmada na reunião de hoje. A prefeitura confirmou, ontem, que hoje será feita uma análise individual com os moradores da região para saber como está a situação de cada moradia.
De acordo com o parlamentar, a prefeitura também suspendeu a única ação que ordena o despejo de áreas consideradas de risco e de proteção ambiental no bairro, pois, de acordo com o chefe de Gabinete, Romildo Campello, em matéria publicada pelo Grupo Mogi News, havia três ações, sendo duas do MP e uma da prefeitura.
O parlamentar informou também que a prefeitura irá dialogar com o MP sobre as outras duas ações de despejo que tramitam no órgão federal.
Na semana passada, os moradores se dirigiram ao prédio da Prefeitura de Mogi e foram atendidos pelo secretário de Gabinete e representantes da Coordenadoria de Habitação. Na ocasião, o município solicitou um prazo de 15 dias para poder fazer os devidos levantamentos necessários, pois os dados resultantes desse levantamento podem ser levados ao conhecimento e análise do Ministério Público.
Ontem, a prefeitura informou que a Coordenadoria Municipal de Habitação está em contato direto com a comissão de moradores do bairro e segue desenvolvendo um estudo sobre o cada moradia considerada como área de risco no Jardim Piatã I, no entanto, a assessoria da prefeitura afirmou que o Executivo não pode realizar a defesa particular de cada família em relação às ações do MP.
Sobre a suspensão da ação de reintegração de posse por parte da Prefeitura de Mogi, que tramita desde 2013, a assessoria da prefeitura afirmou que o setor Jurídico está analisando todas as informações e que, no momento, não foi concluído o levantamento das residências.
*Texto supervisionado pelo editor.
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