Cidades
Publicada em 10/10/2018 - 22h25min

Judiciário

Poá quer demolir prédio abandonado

O prefeito de Poá, Gian Lopes (PR), esteve ontem no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ), ao lado do magistrado e diretor do Fórum da Comarca de Poá Eduardo Messias Altemani, e do juiz da 2ª Vara Cível, Valmir Maurici Júnior, com o objetivo de buscar junto ao judiciário paulista uma autorização para que a administração municipal faça a demolição do prédio do antigo fórum para, quando a área estiver limpa, o governo do Estado construa uma nova estrutura no município mais espaçosa e moderna, melhorando o atendimento à população

Foto: Daniel Carvalho/Mogi News

Prefeitura precisa de autorização do Tribunal de Justiça
O prefeito de Poá, Gian Lopes (PR), esteve ontem no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ), ao lado do magistrado e diretor do Fórum da Comarca de Poá Eduardo Messias Altemani, e do juiz da 2ª Vara Cível, Valmir Maurici Júnior, com o objetivo de buscar junto ao judiciário paulista uma autorização para que a administração municipal faça a demolição do prédio do antigo fórum para, quando a área estiver limpa, o governo do Estado construa uma nova estrutura no município mais espaçosa e moderna, melhorando o atendimento à população.
"Estivemos hoje no Tribunal de Justiça de São Paulo e nossa proposta é que a Prefeitura de Poá faça a demolição do prédio do antigo Fórum e o Estado posteriormente possa construir um novo prédio. Ou seja, é uma parceria da administração municipal e do Estado, até por conta dos riscos que o local apresenta hoje. É uma demanda antiga da população e estamos lutando para tentar resolvê-la o mais rápido possível", comentou o prefeito. O secretário de Governo, Comunicação Social e Meio Ambiente e interino de Obras Públicas, de Planejamento, Orçamento, Gestão e de Habitação de Interesse Social, Augusto de Jesus e o chefe de Gabinete, Rogério Tarento, também acompanharam a reunião.
Em 2009 o TJ interditou preventivamente o prédio do Fórum de Poá sob o risco de desabamento. Engenheiros contratados pelo governo do Estado estiveram no local e determinaram a saída imediata dos funcionários. Durante a inspeção, os técnicos encontraram problemas estruturais. O atendimento foi transferido para um novo espaço na avenida Nove de Julho, na região central do município.
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