Polícia
Publicada em 11/06/2018 - 22h20min

Lílian Pereira
Receptação

Polícia recupera 2 veículos em Ferraz

Em um dos casos, para localizar os suspeitos, o helicóptero Águia precisou ser utilizado, no entanto apenas um dos bandidos acabou sendo encontrado

Foto: Divulgação

'Vendedor' havia garantido qualidade das adulterações
Uma caminhonete foi recuperada anteontem por policiais do 32º Batalhão após um furto que ocorreu em Suzano. Para encontrar os suspeitos do crime, foi realizado um cerco juntamente com o helicóptero Águia. Uma pessoa foi detida.
Durante patrulhamento, o veículo foi encontrado na estrada do Paiol, em Ferraz de Vasconcelos. Dois suspeitos que estavam no local fugiram em direção a uma região de mata, mas apenas um foi localizado após cerco policial. O suspeito detido, um serralheiro de 35 anos, foi encontrado. De acordo com a Polícia Militar, ele já possuía antecedentes criminais. O segundo suspeito conseguiu fugir.
Ao ser questionado sobre o motivo da fuga, o serralheiro permaneceu em silêncio, porém foi levado à Delegacia Central. Ele deve responder por crime de receptação. A caminhonete foi devolvida ao proprietário, um aposentado, 51, que informou aos policiais ter estacionado o veículo por volta das 19h30 na avenida Mogi das Cruzes, no bairro Jardim Monte Cristo, e ao retornar, aproximadamente às 21h30, não o encontrou. Além do carro, um aparelho de vídeo, um cartão de crédito e R$ 200 foram levados.
Sábado
Outro caso envolvendo receptação de veículo foi registrado em Ferraz no sábado. Na ocasião, um montador de móveis, 21, foi preso enquanto trafegava com um carro roubado em Itaquaquecetuba, no mês passado.
Por volta das 15 horas, os policiais surpreenderam o jovem na estrada dos Bandeirantes, no Jardim Rosana. Durante revista nada de irregular foi encontrado, mas após averiguação feita no veículo os policiais constataram que o carro era produto de roubo.
Em depoimento, o montador de móveis contou que comprou o veículo em uma feira por R$ 4 mil e que sabia da origem ilícita, entretanto o "vendedor" havia garantido que as adulterações eram "de boa qualidade", ou seja, não seriam descobertas em uma abordagem policial. O caso foi levado para a Delegacia Central da cidade. 
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