Polícia
Publicada em 14/05/2018 - 21h56min

Claudia Irente
Suzano

Homem morto por PM já possuía passagem

Quatro dias após uma policial militar de folga ter impedido um assalto em Suzano, matando um suspeito na porta da escola da filha, começam a surgir mais detalhes sobre a vida dele

Foto: Divulgação

PM reage a roubo na porta da escola da filha no sábado
Quatro dias após uma policial militar de folga ter impedido um assalto em Suzano, matando um suspeito na porta da escola da filha, começam a surgir mais detalhes sobre a vida dele. Elivelton Neves Moreira, de 20 anos, foi atingido a tiros pela PM, que estava no local para participar de uma festa de Dia das Mães. Ele teria ameaçado mulheres e crianças com um revólver calibre 38, e revistar o porteiro da instituição de ensino, minutos após seguir uma mãe e a filha dela.
No dia de ontem foi revelado que Moreira teve pedido de prisão decretado por participação no latrocínio de Renato Teixeira Brígido, 58, desaparecido em 30 de agosto. O corpo dele foi achado, na Vila Varela, em Poá, no dia 19 de setembro. Segundo o delegado Edson Gianuzzi, titular da Delegacia Central de Suzano, foi detectado que Moreira seria um dos participantes no caso. "Ele foi indiciado pela ocultação de cadáver no latrocínio e pela formação de quadrilha", relembrou.
O delegado Fabrício Intelizzano, também do DP Central, afirmou que foi pedida a prisão temporária de Moreira. "Porém, ele não foi localizado e ficou foragido. Depois disso, quando eu concluí o inquérito, fiz o indiciamento dele e pedi a prisão preventiva, só que, no fórum, os elementos que havia no inquérito não eram suficientes para que o Ministério Público pudesse oferecer a denúncia. Por isso, a prisão temporária foi decretada, mas a preventiva dele não", finalizou..
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