Brasil e mundo
Publicada em 12/05/2018 - 23h23min

Desistência não esfria a cobiça de partidos por 'outsiders'

Uns disseram não. Outros, que ainda não. Mas nenhum dos chamados "outsiders" está completamente fora do jogo político. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, o apresentador e empresário Luciano Huck, o ex-técnico da seleção brasileira masculina de vôlei Bernardo Rocha de Rezende (o Bernardinho) e o jornalista José Luiz Datena ainda serão muito cortejados pelo universo político -
e sabem muito bem disso. Uma simples foto ao lado de qualquer um deles continua tendo bastante valor e apelo eleitoral.
A desistência ou a relutância dos outsiders tem origens parecidas. Bem-sucedidos em suas áreas de atuação, todos sofrem ou sofreram pressões familiares para não entrar na disputa. Na soma de prós e contras, decidiram pelo não (ou "acho que não", no caso de Datena). A última baixa entre os outsiders foi a de Barbosa, na semana passada. Ele usou o Twitter para dizer que não pretendia ser candidato à Presidência. O anúncio derrubou os planos do PSB, que já começava a montar uma estrutura para a campanha do ex-ministro -
que em pesquisa do Datafolha chegou a ter 10% das intenções de voto, à frente de políticos tradicionais, como o ex-governador tucano Geraldo Alckmin. (E.C.)
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