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Publicada em 06/01/2018 - 22h00min

Estadão Conteúdo
Época imperial

Johnny Massaro encara novo papel

"Deus, Salve o Rei", que estreia esta semana, é ambientada num cenário medieval e traz o ator como o irmão caçula e irresponsável do príncipe herdeiro de Montemor

Foto: Divulgação

O ator fará par com Tatá Werneck, que interpreta Lucrecia, a (libidinosa) futura rainha; mulherengo, Rodolfo precisa se casar ao assumir o trono
O meninote que fez sucesso na novela "Floribella" cresceu. Hoje, com 25 anos, Johnny Massaro lembra com carinho da época em que estreou na TV, em 2005, na trama teen da Band -
e se orgulha do caminho que percorreu na carreira de lá até agora. Uma trajetória construída passo a passo, sem atropelos, em que os papéis de protagonista lhe foram surgindo mais recentemente. "Acho isso natural, eu tinha 11, 12 anos (quando comecei), e você vai crescendo. Continuo nesse movimento de crescimento, mas agora já tendo passado por algumas coisas. Você vai assimilando melhor as coisas, conseguindo fazer escolhas, porque, quando você é muito novo, embora faça escolhas, não tem muita consciência sobre o que está fazendo", afirma o ator carioca, que se destacou também em produções da Globo como "Meu Pedacinho de Chão" e "Amorteamo".
Enquanto estava no ar na série "Filhos da Pátria", exibida até o último dia 12, Johnny já se dedicava a um novo protagonista, Rodolfo, da próxima novela das 7, "Deus Salve o Rei", que estreia na Globo no dia 9 de janeiro. Ambientada num cenário medieval, à la Game of Thrones, a trama traz Rodolfo como o irmão caçula e irresponsável do príncipe herdeiro de Montemor, Afonso (Romulo Estrela). O futuro rei, no entanto, por amor à bela plebeia Amália (Marina Ruy Barbosa), de Artena, abdica do trono, entregando o posto a seu irmão. "As situações em que Daniel (Adjafre, o autor) coloca o Rodolfo são muito engraçadas", comenta Johnny. "Afonso vai embora e deixa esse louco governando. O irmão foi preparado para isso, e envolve realmente uma preparação que o Rodolfo não teve e não quis ter. Ele não sabe nem onde fica o reino no mapa".
Na novela, o ator faz par com Tatá Werneck, que interpreta Lucrecia, a (libidinosa) futura rainha. Mulherengo, Rodolfo precisa se casar ao assumir o trono. Conhece Lucrecia em uma pintura, mas, depois, quando a vê pessoalmente, se dá conta de que o retrato não corresponde exatamente à realidade. "Filhos da Pátria", que se passava no Brasil pós-independência, traçava uma série de paralelos com os dias atuais, sobretudo com relação à corrupção no País. O mesmo acontecerá com "Deus Salve o Rei?". "(Os paralelos) existem naturalmente, porque essas coisas existem desde sempre. É do homem a corrupção, etc., mas não vão forçar nenhuma ligação", conta o ator.
O humor dá a tônica do texto de "Filhos da Pátria", assim como da nova novela das 7, "Deus Salve o Rei". Mas são humores diferentes, Johnny ressalta. "A princípio, pensei que pudesse ser um humor muito parecido, mas não é, porque o Geraldinho, para mim, caminha para um lado um pouco mais infantil, mas descobri isso fazendo (a novela). Ela é uma espécie de comédia de situação, em que o humor não está exatamente no ator, ou no personagem, está na situação. É engraçada, diferente um pouco da série, em que a gente caminha mais para a farsa", explica.
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